| DIVULGAÇÃO/SEB |
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| Official Website of the New York City Department of Parks & Recreation |
As carruagens puxadas a cavalo, que atendem os turistas no Central Park, em Nova York, estão com seus dias contados.
Neste mês de junho, duas tragédias são prenúncio do fim:
1) Na primeira semana do mês, um cavalo de 16 anos de idade, o Denyz, desmaiou na parte oeste, exausto pelo serviço de puxar a carruagem, agonizou na pista e morreu minutos depois.
2) Na terceira semana, um motorista de carruagem desceu para tirar uma foto dos passageiros, uma família de indianos, mas o cavalo se assustou e saiu em disparada. Em uma curva fechada, a cabine tombou para o lado esquerdo e se despedaçou no chão. O filho adolescente morreu no acidente.
As autoridades anunciaram a suspensão dos passeios, mas o debate pelo fim definitivo do uso dos cavalos ganhou as ruas.
Os animais estão sofrendo? O que ocorre com eles no Park?
As entidades de proteção aos direitos dos animais aumentaram a pressão para aprovação de lei que bane todos os serviços de carruagens puxadas a cavalo da cidade de Nova York.
É o projeto Ryder's Law que está sobre a mesa. Ele prevê a proibição de traçao animal, propõe alternativas para os passeios turísticos, como uso de veículos elétricos, e recomenda o envio de cerca de 200 cavalos para a aposentadoria em um santuário para equinos dos Estados Unidos.
A morte do jovem indiano Romanch Mahajan foi a gota de água.
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, anunciou apoio à lei que liberta os cavalos dessa exploração.
Única exigência de Mamdani é de que sejam preservados os empregos daqueles que trabalham com a atividade turística no Central Park. Vêm aí as charretes elétricas.
Cornetas, apitos, fogos de artifícios, gritaria de GOOOOLLLL!
A partir do dia 13 de junho, quando a seleção brasileira entrar em campo para jogar contra o Marrocos nos Estados Unidos, cada bola na rede da turma do Carlo Ancelotti é um risco para o sossego de seu pet.
Vamos por bandanas da seleção nos cachorrinhos e laços verde e amarelo nos gatinhos. Mas ainda não nasceu o bicho que se acostumou com a torcida brasileira!
O bem-estar deles, inclusive dos silvestres, não acompanha o placar do time canarinho.
Nos comerciais da televisão e das redes sociais, os pets aparecem saltitantes ao lado da torcida. Mas aí tudo é gravação e edição, se não for IA.
Os cães podem até apreciar a alegria da torcida na Copa do Mundo, o cheiro do churrasco, a rua sem trânsito para as comemorações. Mas o amor pela seleção deve parar por aí!
Os gatos definitivamente não gostam de jogos humanos, e nem da euforia desenfreada do torcedor.
Na hora do gol do Vinicius Júnior, do Endrick, do Raphinha, ou de qualquer outro craque do time, será um deus nos acuda no setor dos pets.
Os ouvidos aguçados de cães e gatos vão multiplicar dezenas de vezes o grito de Goooolllll do locutor!
E há o perigo de aparecer um tio querendo levantar os bichos no colo!
Nessa hora, salgadinhos, biscoitos, pipoca, e toda sorte de comida vai estar a disposição de quem quiser pegar, e os amigos de quatro patas são ligeiros nesta jogada!
Driblam qualquer um até chegar ao prato da linguiça calabresa! Pode apostar!
Portanto, é preciso organizar a torcida da Copa do Mundo para seu cãozinho e seu gatinho. Nos horários dos jogos, reserve um espaço para eles na residência, garanta privacidade. Fique atento ao entra e sai da casa ou do apartamento, para que nenhum bichano saia pela porta. Deixe água à disposição.
Reforce na comunidade que fogos de artifício dão azar! Quem sabe, a superstição pega!
Se a seleção brasileira for para a final, prestes a conquistar o hexacampeonato, monte uma operação de guerra para proteger seu bichinho. Ele é o seu campeão!
| O turista atirando a pedra na foca/Instagram |
A paz na paradisíaca ilha de Maui, que faz parte do Havaí, no oceano Pacífico, foi quebrada recentemente por um turista da Califórnia. O visitante estressado resolveu jogar uma pedra, do tamanho de um coco, em uma foca-monge adulta que nadava na beira mar.
Pegou de raspão. Mas o cara descobriria em seguida que mexeu com o bicho errado!
A cena da agressão à inofensiva foca foi gravada em vídeo. A foca-monge-do-Havaí é protegida por lei federal dos Estados Unidos, está ameaçada de extinção e é adorada pelas comunidades deste arquipélago.
Não foram somente a polícia e o prefeito que procuraram pelo turista Igor Lytvynchuk de 37 anos, empresário da cidade de Seattle. Interpelado, disse que não tinha receio de multa nenhuma, "por ser rico".
Foi um jovem havaiano, de golpes rápidos e fortes, que se inspirou na real tradição Maui (o nome Maui remete a um herói mitológico de feitos grandiosos e travessos).
Apenas de bermuda, ele surpreendeu o turista no portão do hotel e deu uns sopapos nele.
O melhor da história: o jovem havaiano foi homenageado na ilha por seu ato com o título de Embaixador de Aloha. Ele recebeu das autoridades locais a promessa de que ficará no anonimato, não será investigado e nem processado.
Um claro aviso para todos os turistas que desembarcarem no Havaí!
Se dizem que é de grão em grão que a galinha enche o papo, o ditado serve também para patos e gansos! É de pouquinho em pouquinho que essas aves de dieta onívora se alimentam.
Forçar a alimentação dessas aves é crueldade e agora basta uma assinatura do presidente da República Lula para o foie gras (em francês "fígado gordo") ser proibido em todo o País.
O Brasil sai na frente, junto com a Argentina, na proibição do foie gras na América Latina.
Comissão da Câmara dos Deputados aprovou neste mês de abril projeto de lei que proíbe a produção e a comercialização de alimentos obtidos por meio de nutrição forçada de animais. O foie gras é o alvo principal, mas não único. O PL seguiu para a sanção de Lula.
A técnica de impor uma alimentação, a qualquer custo, para patos e gansos com o objetivo de engordar o fígado e a partir daí obter a iguaria de luxo é antiga e veio da França. Chama-se gavage.
É uma verdadeira tortura para os bichos! Não vou descrever, mas apenas dizer que usam um tubo para isso!
A legislação vai enquadrar a gavage na lei de crimes ambientais, como maus-tratos aos animais e a pena prevê até detenção.
Boa notícia para essas aves aquáticas, encantadoras e belas!
O príncipe Harry puxou a mãe Diana em carisma e atenção com o público. Embora não detenha mais o título de "Sua Alteza Real", os gestos nobres estão presentes no dia-a-dia.
Neste mês de abril surpreendeu ao mais cético súdito e encantou os que respeitam e amam os animais!
Antes de iniciar evento no Memorial de Guerra da Austrália, onde discursou, Harry se dirigiu a uma cachorrinha, presente na plateia, que acompanhava um veterano de guerra.
Abaixou perto dela e fez um pedido Real: para que fosse retirada a focinheira de Gigi, o nome dessa cachorrinha de assistência a ex-combatentes.
O Duque de Sussex ajudou a livrar Gigi da focinheira (um acessório de segurança comum em eventos públicos) e depois beijou e abraçou a comportada cadela.
Quer ver para crer? Seguem as fotos abaixo, e o vídeo está disponível na página de The Royal Observer.
| O príncipe Harry pede para ser retirada a focinheira de Gigi |
| Gigi já sem a focinheira |
| E o beijo Real |
| E mais um abraço carinhoso do filho do rei da Inglaterra |
| A cachorrinha Luna na cena da Paixão/Foto Felipe Silva/Mirante Produções |
No momento em que Jesus caiu no chão, esgotado neste calvário, e soldados romanos passaram a chicoteá-lo, a cachorrinha entrou em cena, sem nenhuma orientação, para interromper a violência.
Um anjo de quatro patas reescreveu em 2026 o roteiro dos Evangelhos. Tudo registrado em vídeo exibido nas redes sociais.
Afinal, é preciso ver para crer, como diria São Tomé.
Luna vivia nas ruas da cidade gaúcha e depois de socorrer Jesus foi abençoada com uma nova família que, comovida, a adotou.
Esse não foi o único episódio em que caninos intercederam por Jesus em encenação da Paixão de Cristo. Há outros registros na internet.
Pergunta que muitos fazem: os cães têm de fato essa percepção da violência? E podem interceder por um ser humano que nunca viram antes?
Sim, a maioria dos cães vira-latas e dos de raça têm o instinto de proteção aguçado, inscrito em seus DNAs, por isso são chamados "de guarda".
São animais que zelam, naturalmente, por seus tutores, por crianças e por casas e chácaras.
Os caninos conseguem detectar emoções e movimentos agressivos, desconfiar de tons de voz elevados e reagir espontaneamente para interromper a violência.
O desejo de Paz é inerente.
É por isso que amamos tanto os animais.